Rácio de Fibonacci

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O que é rácio de Fibonacci?

O rácio de Fibonacci foi descoberto por Leonardo Fibonacci por volta do ano 1200, sendo também conhecido como a proporção divina ou número de ouro. Fibonacci apercebeu-se que existia um rácio matemático absoluto que surgia muitas vezes na natureza, uma espécie de ordem universal que desenha a natureza e que a faz ao olho humano, natural e bela. Desde a Renascença que pintores, escultores e arquitetos baseiam as suas obras neste rácio.

A proporção divina

proporção divina pode-se ver em obras famosas como a Mona Lisa ou a Última Ceia, obras de Leonardo da Vinci; hoje em dia até a Apple usa esta proporção em muito do seu design, sendo também usada por muitas empresas de design um pouco por todo o mundo.

Embora a regra dos terços seja muito mais fácil de usar, o rácio de Fibonacci pode ser um grande trunfo, se o compreender bem. Por exemplo, em alguns programas de fotografia como Lightroom, existe um overlay que lhe permite fazer um crop à imagem de acordo com esta proporção. Com esta referência conseguirá que esta proporção coincida com as linhas ou pontos de interesse na sua fotografia.

Sequência de Fibonacci

Mais concretamente, a Sequência de Fibonacci consiste numa sucessão de números, tais que, definindo os dois primeiros da sequência como 0 e 1, os números seguintes serão obtidos por meio da soma dos seus dois antecessores. Portanto, os números são: 0,1,1,2,3,5,8,13,21,34,55,89,144,233,…

rácio de Fibonacci

Dessa sequência, extrai-se o número transcendental conhecido como número de ouro também conhecido matematicamente como Phi (1,618).

O número de ouro é aproximado pela divisão do enésimo termo da Série de Fibonacci(1,1,2,3,5,8,13,21,34,55,89,…, na qual cada número é a soma dos dois números imediatamente anteriores na própria série) pelo termo anterior. Essa divisão converge para o número áureo conforme a tornamos cada vez maior.

Essa sequência aparece na natureza, no DNA, no comportamento da refração da luz, nos átomos, nas vibrações sonoras, no crescimento das plantas, nas espirais das galáxias, nos marfins de elefantes, nas ondas no oceano, furacões, etc.

Aplicar a proporção divina à fotografia pode fazer com que uma fotografia seja algo que uma pessoa considere agradável à vista, sem saber bem porquê; na realidade o subconsciente humano deteta este rácio inconscientemente.

 

Nos homens:

rácio de Fibonacci


 Nas flores:

rácio de Fibonacci


Nas conchas:

rácio de Fibonacci


Para ficar mais claro, quando compomos uma imagem se predestinarmos à pratica de leitura visual através do “Rácio de Finonacci” estaremos “fazendo fotografias” na forma da perfeição. A fotografia ideal é aquela que você a observa minutos e minutos e a contempla na mesma intensidade que o quadro da Mona Lisa.
Para aplicar o rácio de Fibonnaci a uma fotografia, basta aplicar o que é semelhante à regra dos terços: uma grelha dividida em 3 partes. A diferença é que em vez de ter a grelha dividida em 3 partes iguais, a grelha que divide a fotografia em 3 partes não se divide em 3 partes iguais divide-se em: 1+ 0,618 + 1.

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Vemos em algumas situações como na figura abaixo uma composição que se composta  de outra forma, não saberíamos se ficaria satisfatória no objetivo de “prender” o olhar.

rácio de Fibonacci

Com o Rácio Fibonacci, podemos criar fotografias mais originais, utilizando essa técnica você pode conseguir fotografias incríveis e algo diferente de regra dos terços, lembre-se disso. No Photoshop Lightroom 3 temos a ferramenta “crop” que dispõe da exibição da regra dos terços que já facilita as noções de corte e enquadramento, onde se encontra a opção de Fibonacci.

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